Líderes do futuro precisam ser ambidestros

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12 de April de 2019

RH Lab: Transitar entre a cultura linear e a versatilidade das startups é o desafio da nova liderança para Clayton Pedro, da Athié Wohnrath.

Por mais rápido que a economia se transforme com a tecnologia, a cultura e a motivação das pessoas no trabalho têm o seu próprio ritmo, que deve ser trabalhado de maneira construtiva para o sucesso das empresas. Como fazer a condução do modelo linear de negócios para organizações mais ágeis e altamente motivadas foi tema de destaque na abertura do RH Lab de segunda-feira, 8 de abril, com o Clayton Pedro, VP de Gente e Gestão da Athié Wohnrath.

Na apresentação preparada para o evento, realizado pelo Experience Club na Casa Charlô, em São Paulo, Pedro trouxe vários insights de viagens recentes e uma temporada de estudos e na Universidade de Stanford, na Califórnia, mostrando o impacto da tecnologia na cultura das empresas mais inovadoras. Sua fonte de inspiração foi o livro Lead and Disrupt, do professor Charles A O’Reilly 3rd e Michael L. Tushman, de Stanford.

Como ele ressaltou, a primeira mudança tem pouca relação direta com a tecnologia, mas com pessoas: até 2020, 50% da força de trabalho será composta por millennials em todo o mundo, saltando para 75% em 2030. “A verdade é que pela primeira vez temos cinco gerações dentro da organização, com muita dificuldade para conviver”, provocou. A mesma maneira que os baby boomers de cabelos brancos querem impor sua visão da companhia, os mais jovens têm muita dificuldade em aceitar as gerações anteriores.

Mas antes de criticar quem está chegando, Pedro destaca outro problema mais alarmante: pesquisa global da Gallup aponta que 85% das pessoas estão desengajadas no trabalho por baixa motivação, o que gera uma perda de produtividade de US$ 7 trilhões ao ano. Esse é o preço da falta de propósito no trabalho.

Veja a matéria completa aqui.

Texto: Arnaldo Comin

Foto: Marcos Mesquita/Experience Club

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